segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

O LIVRO da VIDA do Adon (Senhor) ADÃO






Livro da Vida do Adon (Senhor) Adão
Por volta do sexto dia do primeiro mês do ano um Jeová (Senhor) Gabriel moldou o corpo do homem na sua figura. E no interior do corpo, edificou uma igreja no mesmo modelo do templo do DEUS Altíssimo. Em seguida o DEUS Altíssimo enviou o querubim Miguel, para habitar no seu próprio templo (igreja). Tornando-se o primeiro Arcanjo (Semelhante a Deus) na terra. E Jeová (Senhor) Gabriel, lhe sujeitou todas as obras das suas mãos. (Obras estas, criadas pelo Eterno Deus) Fazendo dele, Adon (Senhor) de todas as suas obras, e de todos os homens na terra. E deu-lhe um nome terrestre, e o chamou de Adão. Tempo depois, o Adão vivente na carne se chamou Adonai.
O Espírito de Deus me formou; e a Palavra do Deus Todo-Poderoso me deu vida. (Jó 33:04
Eis que vim de Deus assim como tu; do barro eu também fui formado. (Jó 33:06
Peço-te que te lembres de que como barro me formou e me farás voltar ao pó. (Jó 10:09)

Os Filhos do Deus Altíssimo também são Deuses? 
O Deus Altíssimo está assentado na congregação dos poderosos; ELE julga no meio dos Deuses. (Salmos 82:1)
Eu disse: Vocês são Deuses, e Filhos do Deus Altíssimo. (Salmos 82:6)
Todavia, morrereis assim como homens morrem, e caireis assim como caem os príncipes. (Salmos 82:07).
Adonai usou este mesmo salmo para se defender das acusações feitas pelos Judeus:
Adonai disse: Porque vocês querem me apedrejar? Eu não tenho nenhuma mancha, será que é por causa das curas que realizei? Porque me acusam então?
Os judeus responderam-lhe: Não te apedrejamos pelas obras boas que fizeste, mas pela tua blasfêmia ao Deus Altíssimo; pois, sendo tu homem sujeito a morte te faz Deus a ti mesmo. (João 10:33)
Respondeu-lhes Adonai: Não está escrito na Lei dos profetas: Eu disse: Vocês Deuses! E filhos do Deus Altíssimo (Superior). (João 10:34
Pois, se a Lei dos profetas, chamou de Deuses àqueles a quem as Palavras do Altíssimo foram dirigidas. A sua Escritura não pode ser anulada. (João 10:35)
Àquele a quem o Pai Celestial santificou, e depois o enviou aos Judeus, vocês falam blasfemas dele. Só porque eu disse que sou Filho de Deus? (João 10:36).

Porque existe nas Escrituras Sagradas o nome: ALTÍSSIMO? Porque o ETERNO DEUS está acima dos seus próprios Filhos. Eu vos pergunto: Quem é considerado Filhos de Deus? Os Judeus? Os Muçulmanos? Os Cristãos? Os Budistas? As Escrituras Sagradas por si só responde: 
Os Filhos de Deus por adoção recebem o Espírito de Deus.
Enquanto os filhos dos homens recebem os espíritos dos homens. 
Os Filhos de Deus nos dias de Noé se casavam e eram dados em casamento com as filhas e filhos dos homens.
E deixaram de serem Filhos de Deus. Porque o Espírito de Deus já não habitavam mais neles. 
E foram todos mortos, e JEOVÁ se arrependeu de havê-los formado. 
Assim também, acontecerá nos dias de hoje, quando ADONAI voltar. Todo aquele que não tiver o Espírito de Deus, será morto. Porque os seus nomes não CONSTÃO escritos no LIVRO da VIDA.
O Espírito de Deus testifica com o nosso espírito que somos Filhos de Deus. (Romanos 08:16).
Todos os que são guiados pelo Espírito de Deus, são Filhos de Deus. (Romanos 08:14).
O amor de Deus está derramado em nossos corações pela presença do Espírito Santo. (Romanos 05:05).
D = Depois do Nascimento 
A = Adão
O Livro da Geração de ADÃO: É conhecido também, como o LIVRO da VIDA. (Nele se encontra todos os nomes dos FILHOS de DEUS). Sendo ADÃO o Filho Primogênito de Deus. (os descendentes de Caim, não se encontravam REGISTRADOS nesse LIVRO, porque escritos no LIVRO dos MORTOS. Pois eles não faziam a vontade do ETERNO DEUS.
Quem não tiver o seu nome escrito no LIVRO dos Filhos de DEUS, será condenado. (Apocalipse 13:08).

GERAÇÃO DE ADÃO

Por volta do século I (d.A), Adão gerou Abel.
Por volta do século II, do ano 130 (d.A), Adão gerou Sete e o ancião Adão morreu aos 930 anos de idade, e alcançou a oitava geração.
Por volta do ano 235 (d.A), Sete, aos 105 anos gerou Enos e aos 912 anos morreu.
Por volta do século III do ano 325 (d.A), Enos aos 90 anos gerou Cainã e aos 905 anos morreu.
Por volta do ano 395 (d.A), Cainã, aos 70 anos gerou Maalalel, e aos 910 anos morreu.
Por volta do século IV, do ano 460 (d.A), Maalalel, aos 65 anos gerou Jarede e aos 895 anos morreu 
Por volta do século VI, do ano 622 (d.A), Jarede, aos 162 gerou Enoque e aos 962 anos morreu. (Foi levados por Jeová, e não pela morte. Assim também aconteceu com Moisés e Elias(Números 16:32); (Números 26:10); (Deuteronômio 11:6 34:05-07); (II Reis 2:11, 12); (Judas 01:09);  (Apocalipse 12:16)
Por volta do ano 687 (d.A), Enoque, aos 65 anos gerou Matusalém e aos 365 anos teve morte por arrebatamento.
Por volta do século VIII, do ano 874 (d.A), Matusalém, aos 187 anos gerou Lameque e aos 969 anos morreu .
Por volta do século IX, do ano 930 (d.A) Lameque estava com 56 anos de idade, e chorou com á morte de Adão.
Por volta do século XI, do ano 1.056 (d.A), Lameque, aos 182 anos gerou Noé e cinco anos antes do dilúvio, aos 777 anos de idade morreu.
Por volta do século XVI, do ano 1.556 (d.A), Noé, aos 500 anos gerou Jafé
Por volta do ano 1.557 (d.A), Noé, aos 501 anos gerou Cam.
Por volta do ano 1.558 (d.A), Noé, aos 502 anos gerou Sem.
Por volta do século XVII, do ano 1.656 (d.A), Sem, aos 98 anos gerou Elão.
Por volta do ano 1.657 (d.A), Sem, aos 99 anos gerou Assur.
Por volta do ano 1.658 (d.A), Sem, aos 100 anos gerou Arfaxade, 02 anos após o dilúvio e aos 800 anos morreuPor volta do ano 1.693 (d.A), Arfaxade, aos 35 anos gerou Salá e aos 800 anos morreu.
Por volta do século XVIII, do ano 1.723 (d.A), Salá, aos 30 anos gerou Éber e aos 800 anos morreu.
Por volta do ano 1.757 (d.A), Éber, aos 34 anos gerou Pelegue e aos 800 anos morreu.
Por volta do ano 1.787 (d.A), Pelegue aos 30 anos gerou Reú e aos 800 anos morreu.
Por volta do século XIX, do ano 1.819 (d.A), Reú, aos 32 anos gerou Serugue e aos 800 anos morreu.
Por volta do ano 1.849 (d.A), Serugue, aos 30 anos gerou Naor e aos 800 anos morreu.
Por volta do ano 1.878 (d.A), Naor, aos 29 anos gerou Tera e aos 800 anos morreu.
Por volta do século XX, do ano 1.948 (d.A), Terá, aos 70 anos gerou Abrão
Por volta do século XXI, do ano 2.034 (d.A), Abrão, aos 86 anos gerou Ismael
Por volta do ano 2.037 (d.A), aos 99 anos o Senhor Gabriel, mudou o seu nome para Abraão.
Por volta do ano 2.038 (d.A), Abraão, aos 100 anos gerou Isaque.
E o Senhor Gabriel, abençoou Ismael, e a Isaque, mais que todas as nações da terra. E acrescentou: A mão de Ismael será contra todos (seus irmãos), e a mão de todos (seus irmãos) será contra Ismael. E ambos serão vizinhos um do outro. Por volta do século XXII, do ano 2.113 (d.A), Abraão morreu. E todos os dias da vida de Abraão foram 175 anos.
Por volta do século XXI, do ano 2.098 (d.A), Isaque, aos 60 anos gerou Esaú e Jacó.
Por volta do século XXII, do ano 2.178 (d.A), Jacó aos 80 anos gerou Rúben.
Por volta do século XXII, do ano 2.179 (d.A), Jacó, aos 81 anos gerou Simeão.
Por volta do século XXII, do ano 2.180 (d.A), Jacó, aos 82 anos gerou Levi.
Por volta do século XXII, do ano 2.181 (d.A), aos 83 anos gerou Judá.
Por volta do século XXII, do ano 2.182 (d.A), Jacó, aos 84 anos gerou .
Por volta do século XXII, do ano 2.183 (d.A), Jacó, aos 85 anos gerou Naftali.
Por volta do século XXII, do ano 2.184 (d.A), Jacó, aos 86 anos gerou Gade.
Por volta do século XXII, do ano 2.185 (d.A), Jacó, aos 87 gerou Aser.
Por volta do século XXII, do ano 2.186 (d.A), Jacó, aos 88 anos gerou Issacar.
Por volta do século XXII, do ano 2.187(d.A) , Jacó, aos 89 anos gerou Zebulom.
Por volta do século XXII, do ano 2.188 (d.A), Jacó, aos 90 anos gerou Diná.
Por volta do século XXII, do ano 2.189(d.A) , Jacó, aos 91 anos gerou José.
Por volta do século XXII, do ano 2.190 (d.A), Jacó, aos 107 anos gerou Benjamim.

Os descendentes de Abrão no Egito 
Por volta do século XXIIIpor volta do ano 2.206 (d.A), Deus coloca os seus planos em prática, enviando José ao Egito. José, aos 17 anos é vendido a seus irmãos ismaelitas, filhos de Abraão. E levado ao Egito como escravo, onde é vendido a Potifar, capitão da guarda imperial egípcia.
Por volta do ano 2.219 (d.A), José interpreta os sonhos de Faraó, rei do Egito, e Faraó deu a José o nome de Zafnate-Paneá, na língua egípcia quer dizer: Salvador do Mundo.
Faraó fez de José, governador de toda a nação Egípcia. E deu em casamento a egípcia Asenate, filha de Potífera, sacerdote de On. José, estava com trinta anos quando se apresentou a Faraó.
Por volta do ano 2.220 (d.A), José gerou Manassés.
Por volta do ano 2.221 (d.A), José gerou Efraim.
Por volta do ano 2.226 (d.A), veio o primeiro ano da fome sobre toda a terra do Egito, e de Canaã. Desde Abraão, até Jacó, houve em Canaã três épocas de muita fome. Mas a terceira, foi á pior de todas.
No ano seguinte, por volta do ano 2.227 (d.A), Deus colocou no coração de José, a intenção de trazer toda a casa de Jacó para morar no Egito, dessa forma I'hováh realizava a segunda etapa dos seus planos.

Jacó desce ao Egito
Por volta do século XXIII, do ano 2.228 (d.A), no segundo ano da fome, José manda buscar seu pai Jacó com toda a sua casa.
Era Jacó da idade de 130 anos.
Rubén era da idade de 50 anos.
Simeão era da idade de 49 anos.
Levi era da idade de 48 anos.
Judá era da idade de 47 anos.
Dã era da idade de 46 anos.
Naftali era da idade de 45 anos.
Gade era da idade de 44 anos.
Aser era da idade de 43 anos.
Issacar era da idade de 42 anos.
Zebulom era da idade de 41 anos.
Diná era da idade de 40 anos.
José era da idade de 39 anos.
Bejamim era da idade de 23 anos.
Por volta do século XXIII, do ano 2.245 (d.A), Jacó, aos 147 anos morre.
Por volta do século XXIII, do ano 2.299 (d.A), José aos 110 anos, morre. Mas antes de morrer, conheceu os filhos de Bejamim até a terceira geração, são eles: Bela, Becor e Jadiel.
Os filhos de Bela: Esbon, Ozi, Oziel, Jerimot e Urai.
Os filhos de Becor: Zamira, Joás, Eliezer, Elioenai, Ari, Jerimot, Abia, Anatot e Almat.
O filho de Jadiel: Balan.
Por volta do século XXIV, do ano 2.317 (d.A), Levi aos 137 anos também morre.
Por volta do século XXIV, Coate, aos 133 anos morre (Êxodo 06:16,18,20).

Jacó desce ao Egito
Por volta do século XXIV, toda aquela geração que descera com Jacó ao encontro de José no Egito, morreram, e José e Faraó, também morreram. Por volta do século XXV, os dois filhos de José, Efraim e Manassés, e os filhos de Faraó, também morreram, e uma nova geração de egípcios, e de hebreu-egípcios habitavam as terras do Egito. Os hebreu-egípcios, aumentavam de tal maneira que se multiplicavam, e ficavam cada vez mais fortes, de maneira que a terra se encheu deles. Por volta do século XXV, após a morte do segundo Faraó, se levantou o terceiro Faraó sobre o Egito, um rei do tempo da geração de Anrão, e não chegou a conhecer á José, nem as suas obras. E viu que a população de Israel, estava crescendo desordenadamente, e se continuassem assim, a população dos hebreu-egípcios se tornariam mais poderosa do que a sua, e usou de astúcia para com eles, sobrepôs maiores tributos, e afligiu suas almas nas construções das cidades de Pitom e Ramessés. E quanto mais Faraó os afligia, mais aumentavam a população de hebreus-egípcios, e multiplicavam-se. Por volta do século XXV, do ano 2.556 (d.A), Satanás sabendo que durante este ano nasceria o libertador do povo de Israel, pôs no coração de Faraó, que devias mandar matar todos os meninos nascidos naquele ano. E Faraó, ordenou aos egípcios que lançassem no rio Nilo todos os meninos recém-nascidos e os meninos que as hebréias iam gerar, mas as meninas conservassem com vida. Nesse tempo, Arão estava com três anos de idade, e sua mãe estava próxima de dar á luz, e dias depois, ela deu há luz a um varão, e vendo que era muito bonito escondeu-o por noventa dias. Após os três messes colocaram-no dentro de uma arca de madeira as margens do rio Nilo, entre os juncos, onde a filha de Faraó tinha por costume banhar-se, e deixou sua filha Miriã de vigia. Horas depois , a filha de Faraó desceu ao rio, levando consigo as criadas, e alguns eunucos para evitar que algum homem se aproximassem, e assim que a princesa entrou nas águas, viu uma arca entre os juncos, e mandou uma das criadas trazer-lhe. Ao abri-la, havia uma criança que era muito bonita, e chorava bastante, deixando-a muito emocionada e comovida de compaixão, e disse-lhes as suas criadas: Esta criança, é filho das hebréias e vou criá-la como se fosse minha. E Miriã se aproximou das servas da Filha de Faraó, e disse-lhe que conhecia uma hebréia de leite que não tinha filho de mama, e que podia amamentar a criança que chorava por causa da fome. E a criada relatou a Princesa este negócio, e a Princesa mandou trazer a manceba, e confirmou esta história e enviou a criança com uma de suas servas até a casa da hebréia de leite, e Miriã mostrou o caminho, e entrando na casa, contou tudo á sua mãe, esta por sua vez, veio ter com a serva da Princesa, a qual trazia nos braços o menino para que ela amamentasse até o dia do seu desmamamento. Quando Miriã viu a criança, quase desmaia de tanta emoção, e a serva da Princesa foi a sua casa, acompanhada de um eunuco, e deu-lhe dinheiro para suprir todas as despesas, e a Princesa deu ordens ao eunuco, para que ninguém incomodassem aquela família. Quando o menino não queria mais a mama, a criada da Princesa trouxe-o, e entregou a filha de Faraó, a qual era histeria, e o adotou como filho, e o chamou pelo nome de Moisés, dizendo: Das águas o tirei. Moisés cresceu, e aprendeu todas as artes e ciências do Egito, e por volta do ano 2.596 (d.A), quando atingiu os quarenta anos de idade, veio em seu coração o desejo de visitar os hebreus. Quando ali chegou, avistou um egípcio ferindo um dos hebreus. Notou que não havia ninguém nas proximidades, e golpeou o egípcio até a morte, e depois o enterrou. No dia seguinte veio ver se alguém havia encontrado o corpo, e presenciou dois hebreus lutando. E repreendeu o que feria então Satanás entrou no coração do que feria, e dirigiu com a palavra á Moisés: Quem ti pôs acima dos hebreus, ti fazendo juiz e maioral? Pensas tirai-me á vida, como fizeste ontem com o egípcio? Ao ouvir estas palavras, o seu segredo foi agora revelado, e temeu muito por sua vida, e fugiu da face de Faraó e habitou nas terras de Midiã. Habitando agora em novas terras, casou-se com Zípora, filha de Jetro, sacerdote do templo de Midiã.

E no final de um ano, gerou Gerson, e no ano seguinte gerou Eliezer. Esta era á terceira geração de Israel, e a primeira nascida livre, fora do território egípcio. Por volta do século XXVII, do ano 2.636 (d.A), era Moisés da idade de 80 anos, quando teve o seu primeiro encontro com Adonai no monte Horebe, e foi convocado para ser Maioral e Juiz dos hebreus, e Moisés aceitou o chamado de Adonai.

E Adonai disse a Moisés: Volta ao Egito, por que Faraó, e os queriam tirar a tua vida já morreram. Traga-me os descendentes de Israel para que me sirvam. Moisés desceu até o Egito, e em nome do Deus de Abraão, Isaque e Jacó, exigiu das mãos de Faraó, á carta de alforria dos hebreus. E assim que ela saiu, os hebreus foram libertos, e levados para terra prometida, eram seiscentos mil homens, sem contar as mulheres e crianças e os estrangeiros. Adonai, mandou separar para ele os primogênitos dos filhos de Israel, para ser suas primícias. E o seu número foi de cento e quarenta e quatro mil. 

Êxodo de Israel 
Por volta do ano 2.636 (d.A), este era o mês do Equinócio, época das espigas verdes, era Moisés da idade de 80 anos, quando os hebreus deixaram o Egito, e três meses depois, chegaram no monte Horebe, onde receberam os dez mandamentos de Deus escritos em duas pedras lavradas. Em seguida, os Idólatras provocam a ira de Adonai (Adão I), fazendo para si uma imagem de ouro na figura de um boi. Moisés tentou interceder por eles, usando os seguintes argumentos: Adonai, eu sei que tu és bondoso e piedoso e justo, tardio em ira e que visitas as maldades dos pais aos filhos da primeira geração até a quarta geração. Eu rogo - ti, que apagues o meu nome do teu livro da vida, e não apagues os nomes dos Idólatras que pecaram contra ti. Adonai (Adão I) respondeu: Tudo o que dizes a meu respeito é verdade, mas não vou condenar um inocente apagando o seu nome do meu livro da vida, e absorver aqueles que pecaram contra mim. Não farei o que me pedes, mas apagarei do meu Livro da vida, os nomes deles, e farei de ti, uma grande nação. Moisés, mais uma vez tentou defender os Idólatras com este argumento: Adonai, se matares estes Idolatras no deserto, as demais nações irão comentar que tu os mataste por que não era capaz de cumprir com a tua palavra. Adonai, disse: Vou fazer o que me pedes, não matarei todos os Idólatras, mas matarei aqueles que induziram o povo á pratica da idolatria. A partir dessa data, eu não andarei mais convosco, mas no dia da minha visitação, porei fim aos vossos pecados. Moisés respondeu: Eu não tenho nenhuma condição de introduzir todo este povo em Canaã se tu não fores conosco. Adonai respondeu: Eu não irei, mas enviarei o meu anjo para ir contigo a terra prometida, mas não o provoque a ira, por que ele não perdoará a vossa rebeldia. Moisés perguntou: Adonai, diga-me o nome dele? Adonai respondeu: O meu nome está nele, e desse dia em diante, Adonai foi servir aos céus. Moisés desceu do monte Horebe, e presenciou a grande abominação, e quebrou os escritos da Lei, e mandou matar os responsáveis pela idolatria. Dias depois, Moisés se encontrava na tenda da congregação e recebeu a visita de Jeová (Gabriel), e disse: Eu irei contigo, e ti darei descanso. E o meu nome é Jeová (Gabriel), mas não podeis ver minha face e continuar vivo, amanhã subirás ao monte Sinai com as novas tabuas lavradas, e ti darei os mandamentos da Lei. E Jeová (Gabriel), escreveu as mesmas Leis que haviam sido escritas nas primeiras tabuas, e nada acrescentou, e nem diminuiu.
Por volta do século XXVII, do ano 2.676 (d.A), era Moisés da idade de cento e vinte anos. E desobedeceu a Jeová, e foi impedido de entrar na terra da promessa. Mas pode contemplá-la de longe, do alto do monte Nebo, ao cume de Pisga. E Moisés, não desceu mais do cume de Pisga, por que teve morte por arrebatamento. E nessa ocasião, Satanás contendeu com Adonai, á respeito do corpo de Moisés. E este caso foi levado á juízo nos Céus, e após os quarenta dias de procura, o corpo de Moisés não foi encontrado, e Josué conduziu os hebreus á terra prometida.
Por volta do século XXVII, do ano 2.616 (d.A), Num gerou Oséias, e Adonai o chamou de Josué, pela boca do seu servo Moisés. E o cargo que pertencia á Moisés, foi passado para Josué. Era Josué da idade de sessenta anos, quando conduziu os descendentes de Israel. E Jeová (Gabriel) ia adiante deles. Por cinquenta anos Josué conduziu esta nação, de acordo com as instruções de Jeová. Após a morte de Josué, por volta do século XXVIII, do ano 2.726 (d.A), começou o período dos juízes de Israel. 


Os juízes de Israel
Por volta do século XXVIII,do ano 2.726 (d.A), Otoniel se tornou o primeiro juiz de Israel, e Samuel se tornou o último juiz vitalício. Quando Samuel envelheceu, passou o seu cago aos seus dois filhos, Joel e Abias. Eles julgavam impiamente, e não de acordo com a justiça de Deus. As cabeças de Israel se dirigiram a Samuel e disse-lhes: Todas as nações são lideradas pelo um rei, e os teus filhos julgam impiamente, aceitando subornos para favorecer os mais ricos, e só visam os lucros. E nós queremos agora um rei, para que nos liderem, e nos julguem. E Samuel não gostou do que ouviu, e disse-lhes: Eu pensei que o Senhor fosse o vosso rei, e vocês querem que um de vós ocupe o seu lugar. Samuel consultou o Senhor, e apresentou-lhe esta conspiração, e o Senhor lhe respondeu: Obedeça a voz do povo, pois eles me rejeitaram, e não me querem mais como o vosso rei.
O povo de Israel desejava muito que Saul fosse o rei deles. Era Saul das nações dos bejamitas, e foi ungido por Samuel, e tornou-se o rei das doze nações de Israel. E por volta do século XXX, do ano 2.992 (d.A), Saul, tornou-se o primeiro rei dos Hebreus.

Os três primeiros reis de Israel 
Por volta do século XXX, Saul reinou sobre todo o Israel, entre os anos 2.992 e 3.032 (d.A). 
Por volta do século XXXI, Davi reinou sobre todo o Israel, entre os anos 3.032 e 3.072 (d.A). 
Por volta do século XXXI, Salomão reinou sobre todo o Israel, entre os anos 3.072 e 3.112 (d.A). 
Por volta do século XXXII, no ano 3.116 (d.A), no dia dois do segundo mês babilônico, começou a construção da casa do Senhor. 
Por volta do século XXXII, no ano 3.123 do oitavo mês babilônico , terminou a construção da casa do Senhor.

Israel foi dividido em dois Reinos

Após a morte do rei Salomão, por volta do século XXXII, do ano 3.152 (d.A), o reino de Israel que era formada por doze nações, foram divididas, e formaram dois reinos. O reino do norte formado por dez nações, e o reino do sul formado por duas nações. Roboão reinou sobre duas nações, e Jeroboão reinou sobre dez nações. Jerusalém era a sede do reino do sul, e Samaria era a sede do reino do norte.

Por volta do século XXXII, Roboão começou a reinar, e reinou por dezessete anos em Jerusalém, entre os anos 3.152 e 3.169 (d.A). Por volta do século XXXII, Jeroboão começou a reinar, e reinou por vinte e dois anos em Samaria, entre os anos 3.152 e 3.174 (d.A).
Por volta do século XXXII, Abias começou a reinar, e reinou por três anos em Jerusalém, entre os anos 3.169 e 3.172 (d.A).
Por volta do século XXXII, Nadabe, reinou por dois anos em Samaria, entre os anos 3.174 e 3.176 (d.A).
Por volta do século XXXII, Asa começou a reinar, e reinou por quarenta e um anos em Jerusalém, entre os anos 3.172 e 3.213 (d.A).
Por volta do século XXXII, Baasa assassinou Nadabe, e reinou em seu lugar por vinte e quatro anos, na cidade de Tirza, entre os anos 3.176 e 3.200 (d.A).
Por volta do século XXXIII, Josafá começou a reinar, e reinou por vinte e cinco anos em Jerusalém, entre os anos 3.213 e 3.238 (d.A).
Por volta do século XXXII, Elá começou a reinar, e reinou por dois anos em Tirza, entre os anos 3.200 e 3.202 (d.A). E foi assassinado por Zinri, comandante da metade dos carros de guerra do exercito do rei.
Por volta do século XXXIII, Zinri começou a reinar, e reinou em Tirza por sete dias, e Onri, comandante do exercito do rei Elá, cercou a sede do atual governo, e Zinri, se sentindo acuado, incendiou o castelo com ele dentro e morreu. E as dez nações se dividiram em dois grupos, um grupo queria que Onri reinasse sobre as dez nações, e o outro grupo queria que Tíbini reinasse sobre as dez nações. E houve uma guerra civil entre Onri e Tíbini, de sorte que Tíbini morreu.
Por volta do século XXXIII, Onri começou a reinar, e reinou sobre as dez nações. Entre os anos 3.202 e 3.214 (d.A). Reinou seis anos em Tirza, e mais seis anos em Samaria, doze anos ao todo.
Por volta do século XXXIII, Acabe começou a reinar, e reinou por vinte e dois anos em Samaria, entre os anos 3.214 e 3.236 (d.A). E aliou-se a Josafá, rei de Jerusalém, e entraram em batalha contra o rei da Síria, e foi ferido e morreu no mesmo dia.
Por volta do século XXXIII, Acazias começou a reinar, e reinou por dois anos em Samaria, entre os anos 3.236 e 3.238 (d.A).
Por volta do século XXXIII, Jeorão começou a reinar, e reinou por oito anos em Jerusalém, entre os anos 3.238 e 3.246.
Por volta do século XXXIII, Jorão começou a reinar, e reinou por doze anos em Samaria, entre os anos 3.238 e 3.250 (d.A).
Por volta do século XXXIII, Acazias começou a reinar, e reinou por um ano em Jerusalém, entre os anos 3.246 e 3.247.
Jorão aliou-se a Acazias, contra Hazael o rei da Síria, e os sírios feriram a Jorão, e Jorão se retirou da batalha, e foi curar suas feridas em Jezreel. E o rei Acazias, foi visitá-lo. E o profeta Elizeu enviou um jovem a Gileade, para ungir Jeú como o novo rei de Samaria. Era ele, um dos capitães do exercito do rei. E Jeú, conspirou contra o rei Jorão, e o matou. E conseguiu ferir Acazias, rei de Jerusalém, que conseguiu fugir para Megido, e não conseguiu se curar das feridas e morreu.
Por volta do século XXXIII, Jeú começou a reinar, e reinou por 28 anos em Samaria, entre os anos 3.250 e 3.278 (d.A).
Por volta do século XXXIII, Atalia mandou matar todos os herdeiros do trono, e só Joás conseguiu se refugiar-se na câmara do templo. E Atalia assentou-se no trono do seu filho Acazias, e reinou por sete anos. Entre os anos 3.247 e 3.254 (d.A). E os sacerdotes do templo, que refugiaram Joás, conspiraram contra ela, e mataram-na. E ungiram Joás, filho de Acazias como o novo rei de Jerusalém.
Por volta do século XXXIII, Joás começou a reinar, e reinou por 40 anos em Jerusalém, entre os anos 3.254 e 3.294 (d.A). E Jozacar se uniu com Josabade, e conspiraram contra o rei Joás, e o mataram.
Por volta do século XXXIII, Jeoacaz começou a reinar, e reinou por dezessete anos em Samaria, entre os anos 3.278 e 3.295 (d.A).
Por volta do século XXXIII, Amazias começou a reinar, e reinou por vinte e nove anos em Jerusalém, entre os anos 3.294 e 3.323 (d.A). E conspiraram contra ele e o mataram.
Por volta do século XXXIII, Jeoás começou a reinar, e reinou por dezessete anos em Samaria, entre os anos 3.295 e 3.312 (d.A).
Jeroboão II começou a reinar, e reinou por quarenta e um anos em Samaria, entre os anos 3.312 e 3.353 (d.A).
Azarias, reinou por cinquenta e dois anos em Jerusalém, entre os anos 3.323 e 3.375 (d.A). E morreu por consequência da lepra.
Zacarias começou a reinar, e reinou por seis meses em Samaria, entre os anos 3.353 e 3.353. E
Salum conspirou contra o rei e o matou em praça pública.
Salum começou a reinar, e reinou por um mês em Samaria, entre os anos 3.353 e 3.353 (d.A). E 
Menaém conspirou contra Salum, e o matou.
Menaém começou a reinar, e reinou por dez anos em Samaria, entre os anos 3.353 e 3.363 (d.A).
Pecaías começou a reinar, e reinou por dois anos em Samaria, entre os anos 3.363 e 3.365 (d.A). E 
Peca capitão do seu exercito conspirou contra ele, e o matou.
Peca começou a reinar, e reinou por vinte anos em Samaria, entre os anos 3.365 e 3.385 (d.A). E 
Oséias armou-lhe uma cilada, e o matou, e reinou em seu lugar.
Jotão começou a reinar, e reinou por dezesseis anos em Jerusalém, entre os anos 3.375 e 3.391 (d.A).
Oséias começou a reinar, e reinou por nove anos em Samaria, entre os anos 3.385 e 3.394 (d.A). O rei da Assíria Salmaneser entrou em guerra com Oséias, e fez seu servo. No final do sexto ano de Oséias, enviou mensageiros ao rei do Egito a procura de ajuda, e a Assíria tomando conhecimento disso, veio contra Oséias e colocou-o na prisão. E o no inicio do sétimo ano de Oséias, sitiou a cidade de Samaria por três anos. E as dez nações a qual Oséias governava, foram levadas para o exílio na Assíria. Parte do povo habitou na cidade de Hala, as margens do rio. E a outra parte habitou nas cidades dos medos. O rei da Assíria, fez habitar nas cidades de Samaria gentes da Assíria, da Babilônia, de Cuta, de Ava, de Hamate, e de Sefarvaim. Cada uma destas nações tinham um tipo de deus diferente.
Acaz, reinou por dezesseis anos em Jerusalém, entre os anos 3.391 e 3.407 (d.A).
Ezequias, reinou por vinte e nove anos em Jerusalém, entre os anos 3.407 e 3.436 (d.A). E no décimo quarto ano do seu reinado, isto é, no ano 3.421 (d.A). O rei da Assíria chamado Senaqueribe, veio contra Ezequias e tomou várias cidades do seu reinado, e quis tomar também Jerusalém, mas o rei Ezequias , fez um acordo de paz, enviando-lhe parte dos tesouros. E mesmo assim, o rei da Assíria ainda queria deportar parte do povo de Jerusalém mas ele não concordou. E Senaqueribe afrontou o Deus de Abraão, Isaque e Jacó, e desafiou o rei Ezequias, que se encontrava dentro das muralhas de Jerusalém. Estas foram as suas palavras por meio do seu porta-voz: Não confie no vosso Deus, ele não livrarás das minhas mãos, assim também fizeram as demais nações, pensavam que os seus deuses podiam livrá-los das minhas mãos, mas foram por mim destruídos, assim também farei com vós. Ezequiel se vestiu de sacos e lançou cinzas sobre a cabeça, e humilhou-se diante de Deus. Consultou Deus por meio do profeta Isaías. E Deus ouviu a sua oração, e enviou o seu anjo, durante a noite ao acampamento dos assírios, e o seu Anjo matou de uma só vez, cento e oitenta e cinco mil homens. Senaqueribe foi morto pelos próprios filhos, que reinaram em seu lugar. Nesse mesmo ano Ezequias adoeceu para morte, e consultou a Deus por intermédio do profeta Isaías, e Deus disse-lhe que aquela doença veio para matá-lo. E Ezequiel, virou o rosto para parede e orou a Deus. E Deus ouviu a suas preces, e viu as suas lágrimas, e enviou o profeta Isaías até ele com está mensagem: Eu curarei a tua enfermidade, e acrescentarei mais quinze anos da tua vida, e quinze anos depois ele morreu.

Manassés, reinou por cinquenta e cinco anos, entre os anos 3.436 e 3.491 (d.A).
Amom, reinou por dois anos em Jerusalém, entre os anos 3.491 e 3.493 (d.A). E alguns dos seus servos conspiraram e o mataram dentro da casa real. E o povo se revoltou contra estes servos, e os mataram. E Josias, assentou no trono do seu pai Amom.

Josias reinou por trinta e um anos em Jerusalém, entre os anos 3.493 e 3.524 (d.A). E no oitavo ano do seu reinado, por volta do ano 3.501, mandou fazer reformas na casa de Deus, e encontraram o livro da Lei de Deus. E Josias mandou consultar a Deus, por intermédio da profetiza Hulda, e Deus disse-lhe: Aquele que não viver de acordo com as palavras da Lei de Deus, seja morto. E o seu povo, não viviam de acordo com a Lei, e o rei Josias reuniu todo o povo de Deus, para ouvir as palavras da Lei, e mandou destruir a serpente que Moisés mandou fazer no deserto do êxodo, e destruiu todas as imagens e altares, e celebraram a páscoa do Senhor. E todo o povo passou a viver de acordo com a Lei, e Deus não o destruído o reino de Josias, como fez com os outros reis que reinaram antes dele. E no décimo terceiro ano do seu reinado, por volta do ano 3.506, foi repreendido pelo o profeta Jeremias. Por volta do ano 3.524 (d.A), Deus enviou Faraó Neco, rei do Egito, contra Carquemis, rei da Assíria junto ao rio Eufrates. E Josias, não permitiu que Neco passassem por suas terras, e Neco, disse-lhe: Não te oponhas a Deus, que está comigo nessa peleja, se opuseres, Ele também ti ferirás. E Josias, não lhe deu ouvidos, pelo que foi ferido no vale do Megido, e ao chegar a Jerusalém acabou morrendo.

Jeoacaz reinou por três meses (+) em Jerusalém, entre os anos 3.524 e 3.524 (d.A). Mas, foi deposto do trono por Faraó Neco, e Eliaquim, assentou-se no trono do seu pai Josias. E Faraó Neco, mudou o seu nome para Jeoiaquim, e levou o seu irmão Jeoacaz, como prisioneiro para o Egito, a onde morreu.

Jeoiaquim reinou por onze anos em Jerusalém, entre os anos 3.524 e 3.535 (d.A). E no terceiro ano do seu reinado, que corresponde o ano 3.527 (d.A), Deus colocou no coração do rei da Babilônia, a intenção de invadir Jerusalém, e levar os cativos para Babilônia. E assim que Nabucodonosor I se tornou rei da Babilônia, no início de seu governo, colocou os planos de Deus em prática. Veio contra Jerusalém, e fez do rei Jeoiaquim o seu servo. E levou consigo parte dos tesouros da casa de Deus, e exilou os jovens da linhagem real e dos nobres, que tinham uma boa aparência, e que fossem instruídos em toda a ciência. Foi assim, que começou o exílio de Jerusalém (esta era há 1ª Diáspora).
Estes jovens tornaram-se servos do rei Nabucodonosor I, no palácio real em Babilônia, e viveram como exilados por setenta anos. Daniel, Ananias, Misael e Azarias, faziam parte desse primeiro grupo de deportados.

O rei Joaquim, tornou-se servo do rei da Babilônia por três anos. E no início do quarto ano do seu reinado, Deus endureceu o seu coração, de não continuar servindo o rei da Babilônia, e o profeta Jeremias enviou-lhe a seguinte mensagem: Assim diz o SENHOR: Toda esta nação será exilada na Babilônia, e só voltarão após os setenta anos do exílio. E Deus enviou contra ele, às tropas dos caldeus, as tropas da Síria, as tropas de Moabe e de Amom.
Joaquim reinou por três meses (+) em Jerusalém, entre os anos 3.535 e 3.535 (d.A). E no terceiro mês do seu reinado, rebelou-se contra o rei da Babilônia. E Nabucodonosor I, enviou tropas do seu exercito, e cercaram Jerusalém. Era o oitavo ano do rei Nabucodonosor I, e o rei Joaquim saiu de Jerusalém com toda a sua família, servos, ministros e capitães, e se entregaram ao rei Nabucodonosor I, e foram deportados para Babilônia, só os pobres da terra ficaram. E Nabucodonosor I, nomeou Matanias irmão do pai de Joaquim como o novo rei de Jerusalém, e o chamou de Zedequias.

Zedequias reinou por onze anos em Jerusalém, entre os anos 3.535 e 3.546 (d.A). Em seus dias, o profeta Jeremias enviou-lhe uma carta com as palavras do Senhor, a respeito dos exilados na Babilônia. Assim diz o SENHOR: Quando se completarem os setenta anos do exílio em Babilônia, eu cumprirei com a minha palavra, e vos farei retornar para vossa terra. E o rei Zedequias, enviou esta carta aos exilados em Babilônia, pelas mãos de Elaza e Gemarias.

No nono ano do seu reinado, por volta do ano 3.544 (d.A). Deus endureceu o seu coração de não continuar servindo o rei da Babilônia. E o rei Zedequias, estocou alimento o suficiente para muitos dias, e rebelou-se contra o rei da Babilônia, e Nabucodonosor I, veio contra ele, com todo o seu exercito e cercaram a cidade de Jerusalém por dois anos. E já não havia mais alimentos na cidade, nem na casa real, e a fome agravou-se de tal maneira que os homens de guerra fugiram pelo jardim do palácio real, e o rei Zedequias também fugiu, em direção a Arabá, levando consigo mulher e filhos, mas foram alcançados e levados a cidade de Ribla. E com ele, foram deportados os últimos moradores de Jerusalém.

O rei Nabucodonosor I se encontrava em Ribla, e declarou a sentença de morte aos filhos e aos ministros do rei Zedequias, e em seguida perfurou os seus olhos, mas não o matou. E os capitães do exercito de Nabucodonosor I, levaram o resto dos tesouros da casa de Deus, e incendiaram a cidade de Jerusalém e o templo, e derrubaram as muralhas da cidade. E Nabucodonosor I, nomeou Gedalias como o novo governante da terra. E foi assim, que aconteceu o exílio de toda a Jerusalém em Babilônia, conforme as palavras de Deus, anunciadas pelo profeta Jeremias.
Gedalias governou por (+) sete meses em Mispa, entre os anos 3.546 e 3.547 (d.A). Quando Ismael, da descendência real que havia fugido, soube que Gedalias governava sobre a terra, veio até ele e não se entenderam. E sete meses depois, Ismael voltou com dez homens valentes e mataram a Gedalias, e alguns dos judeus e dos caldeus que se encontravam com ele. E os restantes dos pobres que ainda restavam na terra, fugiram para o Egito, onde se refugiaram.

O rei Joaquim, ficou encarcerado por trinta e sete anos na Babilônia, entre os anos 3.535 e 3.572 (d.A), quando Nabucodonosor I, morreu. E o tempo que Nabucodonosor I, governou em Babilônia foi de 38 anos, sete anos ele ficou impossibilitado de governar, pois não estava em sua sã consciência; e após sete tempos de anos, que seu filho governava, voltou á governar. Após a sua morte, o seu filho tornou-se o novo rei da Babilônia, cujo o nome era Evil-Merodaque, e o tirou Joaquim da prisão, e o vestiu com trajes reais, e o colocou acima de todos os reis exilados na Babilônia, e Joaquim comeu pão na mesa real todos os dias da sua vida, mas apesar da mordomia, vivia como exilado.
Nesse mesmo tempo, Daniel completou quarenta e cinco anos de exílio na Babilônia.

Interpretação da visão de Daniel 
Por volta do ano 3.555/3.54? (d.A), este era o primeiro ano do reinado de Dário, filho do rei Assuero, da nação dos medos, e rei dos caldeus; eu Daniel estudava os livros sagrados, e entendi que o número de anos para acabar com as assolações de Jerusalém seriam de setenta anos, conforme anunciou o Senhor por intermédio do profeta Jeremias.
Eu busquei o Senhor com jejum e oração, vestido de trapos e cinzas sobre aminha cabeça, fiz um ato de humilhação, e confessei os meus pecados e os pecados dos meus antepassados, e os pecados dos reis de Israel, e de todo os povos exilados na Babilônia. E Deus ouviu as minhas preces, e enviou o varão Gabriel para me instruir, e me fazer entender as minhas visões, e me disse: Setenta semanas (420/490? anos) estão determinadas sobre o povo de Israel e sobre Jerusalém, para eliminar a transgressão, e por fim aos pecados por meio da expiação, e trazer á justiça a Israel para sempre, e ungir com sangue o santos dos santos do santuário (celestial). Desde a saída da ordem de (Ciro), para Restaurar o santuário e edificar Jerusalém, até a vinda do Messias, o vosso Príncipe, haverá sete semanas (42/49? anos) para que se realize á restauração e a edificação, e as ruas da cidade e as tranqueiras se reedificarão em tempos de grande angustia. E depois das sete semanas (42/49? anos), haverá sessenta e duas semanas (372/434? anos) para o início do ministério do Messias. O Messias, fará um conserto com muitos (povos) durante uma semana (06/07? anos), mas na metade da última semana (03/3,5? anos), ele eliminará o sacrifícios de animais, e a oferta de manjares, e será morto, e não será mais encontrado entre vós. E o povo do Messias (os romanos), destruirá Jerusalém e o templo, como se houvesse sido destruído por uma grande enxurrada. E até o fim dos tempos, haverá guerras como estão determinadas, e as assolações virão sobre Jerusalém. E sobre as asas das abominações, virá o assolador, isso acontecerá até a consumação dos tempos. E o que está determinado sobre o assolador, virá sobre ele. 25/32? Anos depois da morte de Nabucodonosor I, as terras dos caldeus foram tomadas pelos persas, cujo rei se chamava Ciro, conforme anunciou o Senhor pelo profeta Jeremias. Ciro, conhecido como o Grande, decretou a libertação de todos os exilados em Babilônia, e mandou os exilados de volta para suas terras, e aos judeus ordenou á reconstrução a casa de Deus, e devolveu todos os tesouros do santuário. Este decreto aconteceu por voltar do ano 3.597 (d.A), era o septuagésimo ano do exílio do profeta Daniel na Babilônia. Mas apesar da idade avançada, não quis voltar para sua pátria, e preferiu ficar. Assim como ele, muitos dos exilados fizeram o mesmo, pois agora eram homens livres e ricos. Os exilados pobres, que desejavam muito voltar para sua pátria, quando o decreto de Ciro foi anunciado, muitos deles não se conteve de tanta emoção, e choraram de alegria. E quando voltaram a sua pátria natal, encontram Jerusalém ás ruínas, e choraram bastante de tristeza. Mas não se desanimaram, e aos poucos reconstruíram das cinzas uma nova Jerusalém, e uma nova vida. 

Ressalva
(Deus fixou seis dias úteis para os homens, e um feriado consagrado á Deus pelo próprio Jeová. O sétimo dia não foi dado á nós como dia útil, sendo assim, a nossa semana é formada por seis dias, e não por sete. O domingo é o primeiro dia útil da semana, e a sexta é o último dia útil da semana. O primeiro dia útil da semana, começa a partir do meio-dia do sábado, e o ultimo dia útil da semana, termina a partir do meio-dia da sexta. O sábado da consagração, começa a partir do meio dia da sexta, e termina a partir do meio-dia do sábado. Assim também, Jeová fez com os anos, seis anos deu aos homens para semear e cultivar os frutos da terra, e o sétimo ano deu descanso á terra, para que ninguém trabalhasse no sétimo ano, pois era um ano Santo.

Os gentios fixaram cinco dias úteis para as repartições públicas, tendo segunda como o primeiro dia útil da semana, e a sexta como o último dia útil da semana. Para as repartições privadas, á segunda é o primeiro dia útil da semana, e o sábado é o último dia útil da semana. Pois não consagram o dia sétimo ao Senhor, como se pertencessem a eles, mas o domingo é considerado Santo, consagrado pelos gentios ao Senhor. O primeiro dia útil da semana, começa a partir da meia-noite do domingo, e o ultimo dia útil da semana, termina a partir da meia-noite da sexta.
As repartições públicas dizem, que os feriados não constam em seus cronogramas de trabalho por não ser dias úteis. (Era como se eles não existissem para trabalhar, mas existissem para completarem o mês).

Por volta do ano 3.939/4001? (d.A), Abrão II, casado com Eva II, deixa a cidade de Nazaré, na região da Galiléia, em direção a cidade de Belém localizada na região da Judéia, governada pelo rei Herodes. E assim que chegam na cidade, Eva II, sentiu as dores do parto, e não encontrava vaga nas hospedarias e a levaram a um estábulo. Mais uma vez os animais do campo presenciaram o nascimento do filho de Deus. Oito dias depois do nascimento de Adão II, seus tutores o levaram ao templo de Jerusalém para ser circuncidado. Apenas Abraão II entrou no santuário, pois Eva II, ainda estava impura, e trinta e três dias após o nascimento de Adão II, Eva II, voltou ao templo de Jerusalém, trazendo consigo dois pombinhos, um para o holocausto e outro para expiação da impureza da carne.

Por volta do ano 3.941/4003? (d.A), dois anos após o nascimento do Messias, o rei Herodes, mandou matar todos os meninos nascidos em Belém, e o anjo Gabriel, avisou aos seus tutores do risco que a criança está correndo, e os levou em segurança para o Egito, onde permaneceram por três anos e meio, ou 1.260 dias. Após esse tempo, receberam a visita do varão Gabriel, e o anunciou da morte do rei Herodes (o Grande). O Senhor Gabriel, ordenou a volta dos mesmos a Israel, e Abrão II, não voltou para cidade de Belém, região da Judéia, jurisdição do rei Arquelau, filho de Herodes, pois temia muito pela criança, e habitou na cidade de Nazaré, região da Galiléia.

Por volta do ano 3.951, quando Adão II, completou doze anos de idade, seus tutores o levaram á Jerusalém para celebrarem á páscoa hebraica.
Por volta do ano 3.969/3.982? (d.A), 372/434? anos depois do decreto de Ciro, o Adão II, era da idade de trinta anos e foi ao encontro de Elias II, para receber as remissões dos pecados, pecados estes cometidos no passado, e quarenta dias depois, deu início ao seu ministério com os seus primeiros seguidores, João filho de Zebedeu, e André irmão de Simão.
(Deus deu a Elias II, autoridade de perdoar os pecados do passado e do presente daqueles que davam frutos de arrependimento). Era através da unção com águas que os pecados eram tirados, deixando as pessoas totalmente limpas.

Antigamente, Deus abençoava a primeira geração, e essa bênção durava até a quarta geração, independente da gravidade dos atos das futuras gerações. Da mesma sorte fazia com a maldição lançada sobre a primeira geração, ela duraria até a quarta geração.
Tempo depois, Deus achou por bem, aperfeiçoar essa Lei. Abençoando ou amaldiçoando, apenas uma geração por vez. Cada geração era responsável por sua própria bênção. Os descendentes não respondiam pelos atos dos antepassados. (Cada um recebia aquilo que semeava).
Por volta do ano 3.972 (d.A), véspera da páscoa hebraica, o Adão II, ofereceu o seu corpo e o seu sangue em sacrifício de muitos. E depois foi julgado pelo um jure só de hebreus, em uma decisão unânime o condena a pena de morte. E o juiz, e governador romano Pôncio Pilatos, mesmo não concordando com esta decisão, ordenou a execução do réu. Era Adão II, da idade de trinta e três anos.
O ministério do Messias, durou aproximadamente 3/,5? anos, conforme as profecias. E após a sua morte, Deus rejeitou os sacrifícios de animais e ofertas de manjares realizados pelos sacerdotes no templo de Jerusalém, pois não lhe agradava mais. E cinquenta dias depois da páscoa, os filhos de Deus foram ungidos com os dons do Espírito Santo. E por volta do ano 4.009 (d.A), os romanos destruíram o templo de Jerusalém, e mataram mais de um milhão de judeus, e cerca de 97 mil deles foram escravizados, e os que conseguiram fugir foram dispersos pelo mundo (esta é há 2ª Diáspora).